Luiz Ceara

Arquivo : maio 2014

Um abraço, até a próxima. E obrigado pela companhia.
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Luiz Ceará

Já estou por aqui há um bom tempo.

Feliz com seus comentários a favor e contra. Nunca menti neste espaço sagrado, até por que, nascemos assim, bons e honestos.

Mas nosso tempo aqui se acabou. Vou para uma nova experiência.

Agradeço a todos pela honrosa companhia.

Um grande abraço, Luiz Ceará.


Por que Henrique? Ele é a fonte
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UOL Esporte

Uma vez Dr. Paulo Machado de Carvalho, o Marechal da Vitória, me deu uma entrevista que era para o Fantástico. No intervalo, depois da gravação ele me contou que na final da Copa da Suécia, como o time de casa iria jogar com o uniforme titular, ou seja, camisa amarela e calções azuis,era óbvio que o Brasil teria de entrar de camisa azul. Como explicar para os jogadores, para que eles não pensassem que aquilo já era uma derrota antes do jogo começar?

Todo mundo sabe que futebol e superstição andam juntos. A mandinga corre solta e o elenco poderia ficar intranquilo. Dr. Paulo entrou no vestiário com as camisas azuis e a imagem de Nossa Senhora por cima. E disse que – “Sonhei com Aparecida e ela me disse para jogar com a camisa azul da cor do manto. E seremos campeões assim.” Dito e feito.

Seria Henrique um talismã de Felipão? O que teria vindo para dar sorte, apesar de ter nenhuma chance de jogar? Apesar de ser hoje o grande desencanto do torcedor? Você amigo do Blog queria Henrique de titular na sua seleção? Ou mesmo no banco?Claro que não. Ele veio para cumprir uma missão inglória. Vai ser o informante. Vai levar as informações do vestiário, as preocupações, as revoltas e os resmungos. Todo time tem um, o informante, que é chamado, e foi por Felipão,de “homem de confiança”.

Funciona? Tem menos moral por isso? Não. Toda repartição pública tem um, toda redação, todo hospital, escritório de advocacia, na Igreja e nos templos evangélicos, no Exército e na Marinha, também na Aeronáutica e no Google. Na Câmara dos Deputados, no Senado então… tem muitos.Todo mundo tem seu informante, que muitas vezes, nós jornalistas, docemente chamamos de “fonte”.


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