Luiz Ceara

Um momento com Luciano do Valle
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Luiz Ceará

Quando deixei oficialmente da TV Globo saí do prédio da Praça Marechal sem chão. Arrasado. Ninguém sai da TV Globo. Eu saí triste e feliz. Tomei um ônibus para Campinas. Cheguei em casa duas horas depois.

Quando entrei na cozinha minha avó Josefa me disse com o sotaque espanhol carregado que ele tinha: “Negro (que é como ela me chamava carinhosamente) tem um telefone para você ligar. É de São Paulo, é um tal de Luciano. Disse pra você ligar urgente.”

Eu liguei e do outro lado “a voz” perguntou:” É verdade que você saiu da Globo? “. Eu respondi que sim e então ele me disse: “Você trabalha comigo a partir de amanhã aqui na Band”.

Essa é a dívida que eu tenho com Luciano do Valle. Ele não me deixou sem emprego mais de duas horas. Ele era assim mesmo.


É impossível para o árbitro competir com a tecnologia.
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Luiz Ceará

Fico pensando no que a imprensa, jogadores falastrões como o goleiro Felipe do Flamengo e o torcedor de um modo geral, disseram deste final de semana. Do que aconteceu nos estádios. A arbitragem levou a culpa por tudo. Faltou o linchamento.

Então eu quero aqui, publicamente, dizer que hoje, em lances capitais como o penalti do Ituano no jogador do Santos, o penalti não assinalado a favor do Atlético MG e até o escandaloso impedimento na bacia das almas no jogo entre o Vasco e o Flamengo tem defesa. Eu explico.

Um jogo normal com transmissão de TV tem 7 câmeras. Duas centrais para mostrar o jogo, uma atrás de cada gol, duas de impedimento e uma central, dentro do gramado para o que se chama de lance fechado, ou detalhe. Isso numa transmissão normal. Em jogos como os citados acima, podemos pensar e 12 a 20 câmeras. Tudo é gravado e todas as jogadas detalhadas ao extremo. Em todos os ângulos. No ar, cada lance pode ser repetido à axautão para que os comentaristas e analistas de arbitragem possam dizer com certeza o que aconteceu.

E o juizão? Correndo como loouco, tendo que ver tudo, e ainda contando com bandeiras ruins? Um ou outro bandeira ajuda,é competente, mas a maioria dorme. E os árbitros atrás dos gols? Não servem para nada, ou melhor servem sim, mas é para atrapalhar a visão dos repórteres e para confundir jogadores.

Gente, não dá para o juiz em um segundo, a dez ou menos metros do lance, acertar todos. Não dá para competir com a tecnologia.

To dando desculpa? Não estou falando uma verdade incontestável.


Doriva é o Simeone brasileiro
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Luiz Ceará

Apenas pra eu colocar a idéia de como estou vendo essa situação de momento do futebol brasileiro e nesse caso o paulista, e o mundial, aí, a Liga dos Campeões.

O Ituano de Doriva venceu o primeiro jogo das finais do Paulistão jogando mais e melhor que o Santos. Assustou o Peixe, deu nó tático, encurralou o time de Oswaldo de Oliveira, um treinador com um time melhor no papel e que está jogando mais o campeonato inteiro. Um poderoso ataque de uma molecada da base que é de matar, no bom sentido.

Doriva marcou o time da baixada até à exaustão, sem na verdade cansar tanto assim. E meteu um golaço, ou não?O Santos viu a bola, mas de relance, sempre tomada de seus jogadores e sempre escorregando na melhor jogada. Estava sem saber sair de uma marcação que anulou seus volantes e seus homens de criação.

Dez a zero para Doriva que montou o time à sua imagem, um volante marcador, quase meia e que nunca brincou em campo e nem sorriu para adversário. Um ex-jogador que sabe o gosto de ser campeão.

E Simeone, o argentino que como jogador é ídolo do mediano Atlético de Madri? O que ele fez? Bom, de cara deu moral a seus comandados, fez com que eles acreditassem no sonho de serem melhores que os melhores, neste caso Real Madri e Barcelona. Tava louco? Não.

Ele jogou contra uma máquina de fazer resultados, saiu na frente em Barcelona e acabou em Madri com um empate glorioso. Aí muita gente pensou como Oswaldo de Oliveira. O Santos não joga mal duas vezes, ou seja, o Barça vai matar o Atlético em casa, em Madri. Se ferrou o Tata Martino e pode se ferrar neste Domingo nosso Oswaldo.

O Atlético, dono de uma marcação impecável repetiu seu jogo de Barcelona e de sempre em casa e saiu na frente com 5 minutos. Marcou, marcou, roubou bolas, deu chutão – poucos – e saiu sempre perigosamente nos contra ataques.

Se o Santos não abrir o olho perde o título pára Doriva e seus caipiras de Itu, jogadores de fibra e ávidos de um lugar ao Sol no futebol brasileiro.

Tata Martino e sua máquina voltou para Barcelona com o rabo entre as pernas. Ele vai repensar seu time, quem sabe com uma pitada de humildade.

Na bola, vence que está melhor, não o melhor, mas quem está melhor. Como diria meu guru Renato “Bico Fino” Silva: barata viva não atravessa galinheiro.


Tata Martino com cara de Geraldo
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Luiz Ceará

Outro dia defendi aqui que Geraldo “Tata” Martino que muita gente acha incompetente, está,na verdade, montando seu time. E nele, Neymar joga pela direita. Ele está certo? Para ele sim, mas para os que viram Neymar jogar até esta data, não. O jogador rende mais pela esquerda.

Muitos apostam que ele faria uma bela parceria com Iniesta por aquele lado do campo.

Tata Martino achava que não. Até o jogo contra o Atlético de Madri. Na verdade, ele já desconfiava de seu erro tático.
No jogo contra o Atlético de Madri, que joga muito e é um time certo, de toque de bola refinado e duro na marcação o Barcelona estava paralisado no que de melhor sabe fazer.
Tocar a bola, enrolar, mascar o jogo e engolir o adversário. Tava muito bem marcado e ponto final. O Atlético de Madri jogava mais em pleno Camp Nou.
O Barcelona tomou um golaço de Diego que jogava na frente do treinador da seleção, nosso Felipão.
O Barça ficou paralisado, sem saída, assustado. Jogava errado? Não. Então nosso Tata pensou em como entrar na defesa deles. Surpreender, empatar? Vencer?
Tata Martino, tremendo migué, malandro que é na bola, fez o que o povão já sabia de velho. Botou Neymar na posição onde ele rende mais, tem espaço, gosta e deita e rola se me entende o amigo. Do lado esquerdo, com Iniesta vindo por trás, olhando e criando o jogo.
Deu no que deu. Neymar se enfiou e recebeu uma pintura de passe de Iniesta. Seguro,Iniesta meteu a bola como se estivesse jogando bilhar. Medida certa, entre os zagueiros. Bola que o craque que é craque não perde. Mete o gol, sai pra galera, olha para o cara que deu o passe e bate palmas.
Foi o que ele fez.
E o Tata? Ficou com cara de bobo, é claro. Cara de Geraldo.


Na abertura da Copa, brasileiros trabalham de graça.
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Luiz Ceará

Outro dia me perguntaram sobre a bertura da Copa. Eu não soube responder. Pois então vamos lá.
Dia 12 de Junho no Itaquerão a festa de abertura terá 25 minutos e a participação de pelo menos 1200 pessoas entre gente dos bastidores,coreógrafos e voluntários. Na verdade, 60% desses 1200 serão voluntários, ou seja, não vão levar nenhunzinho pro café.Eles foram recrutados em escolas de dança, circos e ONGs. Dos coreógrafos, 90% são brasileiros, mas as cabeças vem de fora.

A festa de abertura terá iconografia inspirada na flora brasileira e as danças serão, claro, o samba,frevo, capoeira, danças gauchas e o Carnaval. Alguém tinha duvida disso?

Bom,no final ainda vamos ouvir a musica We Are One, interpretada por Jennifer Lopez, Claudia Leite e pelo rapper gringo Pitbull. Essas informações são do CEO da Team Spirit, empresa contratada pelo Comitê Organizador Local da FIFA.
É bom lembrar que a concepção da festa foi do escritório italiano de Franco Dragone, que foi diretor artístico do Cirque du Soleil por cino anos. E é aí que eu vou entrar de sola.

Por acaso ninguém aqui no país é competente o suifiente par organizar essa festa, diga-se bem menor que um desfile de Carnaval ou do evento magnífico que é dos Bois Bumbás de Parintins?

Outra coisa. O voluntáriado, a macacada brasileira que vai trabalhar de graça precisa saber que na Copa da Alemanha, por exemplo,cada participante recebia por ensaio 200 euros, ou R$ 654. Aqui ficou tudo no peito.

Nossa festa de abertura foi concebida por um italiano e nossos prfissionais de dança, circo e bailarinos vão dar lucro para a FIFA que não vai entrar com nenhum.
Mas, o que mais me intriga é saber que não vejo ninguém falar sobre isso,ou melhor, a Folha de S.Paulo falou, dia 14 de março. E foi só.

To secando a festa? Não, mas fica o registro de mais uma “espertalhada” pra cima da gente.


Bellini e Raquel na Copa de 94
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Luiz Ceará

O dia estava calorento no 4 de Julho de 94 no Stanford Stadium em Palo Alto na Califórnia nos EUA. O Brasil ia jogar na Copa contra os EUA. Normalmente um jogo mole, ficou duro por que era 4 de Julho dia da Independência e lá os caras levam isso a sério.

Uma hora antes do jogo uma limousine foi ao Hotel onde estava hospedada Raquel. Ela havia sido presenteada com um ingresso do jogo pelo meu amigo querido J.Hawilla. A limo, transporte de bacana também era presente dele. Uma gentileza que não tem preço, gesto de amigo.
Chegando ao Stanford ela foi conduzida ao assento. Ao seu lado sentou um senhor com cara de sério, mas que ia se revelar dono de um grande sorriso e simpatia. Cara simplão mesmo, sotaque interiorano de Itapira. Ele se apresentou como Bellini.

Viu o jogo e abraçou Raquel no gol de Bebeto aos 27 minutos do segundo tempo, jogo duro em que o Brasil já havia perdido Leonardo, expulso, depois da cotovelada no gringo. Bellini nâo aprovou, fez cara feia.
A conversa foi de futebol e das cidades do interior depois que ele ficou sabendo que Raquel era de Campinas.A impressão que Bellini deixou foi de ser um homem simpático, educado e entendedor de futebol, porque explicava os lances para Raquel.
Quando o jogo acabou se despediu com um aperto de mão e um até logo. Educado e bonito em sua idade, segundo relato de Raquel.

Quando ela me falou do encontro, depois do jogo num almoço com amigos do SBT eu expliquei quem era Bellini. O capitão de 58, de um Brasil campeão com Garrrincha e Pelé. O inventor do gesto de levantar a Copa do Mundo do futebol acima da cabeça para mostrar de quem ela é.
Raquel, que viu Brasil e EUA ao lado de Bellini é minha mulher. Que inveja dela.


A choradeira da imprensa corintiana.
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Luiz Ceará

Legal na minha idade ler e ouvir companheiros de imprensa, na mesma faixa etária que eu,cometerem os mesmos desatinos de sempre quando seu time fica de fora de algo importante. Neste caso, a choradeira é pelo Timão.
Ouvi e li que o Timão não poderia ter perdido ou empatado com equipes menores,times pequenos, sem tradição. times como a Ponte Preta, Penapolense, o
Bragantino, Mogi Mirim e por aí vai a lágrima dos perdedores fanáticos.
É preciso dizer que o Coritnhians em nenhum momento deste Campeonato Paulista jogou sozinho em campo. Sempre havia 11 jogadores do outro lado. Básico.
E mais, nunca neste Campeonato jogou como o Corinthians, mas sempre como time pequeno, sem uma armação tatica suficiente para mandar nos jogos. O time está velho, não com jogadores velhos, mas com atletas que já venceram tudo e por isso mesmo sem a motivação suficiente para buscar mais. Aí entra a frase do zagueiro Gil que disse que “faltou agressividade e um pouco mais de vontade de fazer o gol”.
O São Paulo entregou?
Não vem ao caso, porque o Coritnhians também não venceu um time que a imprensa corintiana chama de pequeno.
O futebol mudou e os caras não estão acompanhando.


A hora da debandada.
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Luiz Ceará

Vamos por partes, já dizia o velho esquartejador há muitos corpos atrás.

A batata dos jogadores corintianos está assando com a torcida há tempo.Já disse aqui no Blog que depois de ganhar o Mundo o timão tinha que trocar as peças. Reformular. O time estava cansado das pedreiras de jogar por um gol, de não se arriscar na frente, de jogar trancado. Não retrancado, trancado. Se defender e sair para um gol. Menti? Não.

A diretoria não se mexeu, deitou na maré de tantos títulos em tão pouco tempo e dormiu com a cobra. Acordou com a pancadaria e a invasão do CT semana passada. Dia de terror.

Aí resolveram se mexer de tanto medo e das ameaças de “não vamos jogar” e de pedidos de saída. Vários jogadores não querem mais hoje jogar pelo Timão. Falta de segurança, essa é a maior ameaça de debandada. Que já começou. Dos jogadores importantes,Douglas foi para o Vasco e Emerson pode aparecer o Grêmio.

Mas a maior barbada foi o troca-troca com seu maior rival do momento. Sem se olharem ou trocarem uma palavra sequer, o Delegado Mario Gobbi presidente do Corinthians e o Imperador Juvenal Juvêncio do São Paulo fizeram Pato – detestado pelo torcedor do Timão – e Jadson – odiado pelos são paulinos – irem um para o time do outro.

Quem perde e quem ganha?

O Corinthians vence a primeira porque Jadson vai se encaixar no time de Mano, que o levou para a seleção em 2011, e o quer para arrumar seu meio campo. Uma luva.

Pato ainda tem que convencer Muricy dentro de campo e beijar a mão de Rogério Ceni fora dele. As duas são parada dura. Dentro vai ter que treinar e correr, suar e ser o que até agora não foi. Um atleta, um jogador de bola. Fora, sua vida de playboy não vai funcionar no São Paulo. Os jogadores não aceitam e o capataz RC é careta.

A reformulação do timão não para aí. Romarinho será o próximo a sair. O torcedor corintiano, metido a pobre e sofredor não aceita a vida noturna do moleque. A conferir.

Tags : Corinthians


Categoria de base.Os meninos Pizza.
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Luiz Ceará

Vi o Santos tratar suas categorias de base com carinho. Foi o campeão da Copa São Paulo de Juniores. O timão fez o mesmo este ano. Não que seja um time amante de sua base, que não é, mas deu atenção este ano com a vinda de Osmar Loss, um cara exemplar.Há muitos anos a Ponte Preta de Campinas e o Guarani, além do XV de Jaú também agiam assim. Por isso mesmo revelavam jogadores às dúzias.

Pela Ponte Preta, Dicá, Oscar, Polozi, Luiz Fabiano, Carlos, Waldir Peres. O Guarani teve Careca, Amoroso, Luizão,Julio Cesar, Mauro Evair, Renato,João Paulo. Esqueci alguns? Foram tantos mesmo.

O São Paulo veio a Campinas aprender com Renato Rigueto, o maior árbitro de basquete em todos os tempos aqui no Brasil. Foi ele, que depois de visitar Cuba, comunista histórico que era,aprendeu e mostrou como se estruturava uma base esportiva. Criou a categoria de base, a escolinha de futebol. Foi na Ponte Preta e deu excelentes resultados. Hoje ela tem sua base, mas entregue como todas as outras em todos os clubes do país, nas mãos de empresários.

O Santos campeão da Copa São Paulo e o Corinthians não fogem à regra. Eles tem meninos excelentes, mas todos tem seus empresários e planos de carreira já em andamento.

O clube, mesmo o já famoso São Paulo da base de Cotia não é mais dono sozinho de seus meninos. Os donos não tem nome, são centenas de empresários e financiadores, patronos ou investidores. O nome pode ser qualquer um. Mas os meninos tem um dono.

Isso é bom para os clubes?

Como seria, se você dá alojamento, comida, escola, material de treinamento, fisiologistas, preparadores físicos, médicos, treinadores, supervisores e estrutura física e na hora da venda para o exterior – o verdadeiro sonho de todos – o investidor leva parte do lucro sem nada ter oferecido?Não entendo essa matemática.

Prova? Simples. O caso Neymar. Todo mundo tem conhecimento que na hora da venda para o Barça,o Santos levou um pedaço,o DIS outro, o pai do jogador e seu principal procurador uma fatia, o presidente do Barcelona outra fatia e sabe-se lá o que mais. Deu no que deu. Alguém vai se ferrar e não demora.

E tudo porque o jogador estava fatiado como uma pizza. Jogador pizza. Cada um leva uma fatia. Hoje é assim.


O melhor do mundo chorou
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Luiz Ceará

Cristiano Ronaldo é um espetáculo! Um cara 200% profissional. Daqueles fenômenos (ops!) do esporte. Treina e ama treinar. Pode? Pode. É assim mesmo.

Ronaldo, como gosta de ser chamado, ou CR7 nome marrento como o mundo da bola apelidou um de seus preferidos, é uma lenda dentro do campo de treino. Não gosta de perder treino, não brinca, não afina e dá exemplo. Tem que mandar parar. Por isso cabeceia com perfeição, olhos abertos para meter a bola onde o goleiro não está,chuta com os dois pés, bate falta, pênalti e passa. E mata na hora do gol, não treme.

Tem um enorme talento, mas faz da questão técnica e física armas poderosas. Não abre mão de querer ser melhor em tudo.

Alex Ferguson ensinou a ele no Manchester a arte de se colocar em campo para receber e fez dele um cara corajoso. Ronaldo não tem medo de vencer !

Quando chegou ao Real Madri era já um jogador genial, uma vez o melhor do Mundo.

Mas e Messi? Uma pulga na cueca. Ronaldo esperou o dia de hoje se preparando e não deixando de fazer seu máximo, por isso, por ser determinado ao extremo e não ter medo de ser feliz, voltou a ser o melhor do Mundo.

Cinco passos atrás na hora de bater falta. Lá vai ele sabendo que o goleiro quase não tem chance. Bola cruzada na área, pelo alto. O zagueiro procura o que não vê. A sombra que sobe e depois sai pra galera. Lançamento em profundidade. Bola entre o zagueiro e Ronaldo. Um abraço e bola na rede.

Como ele disse, vaidoso olhando para as câmeras do estádio, “eu estou aqui”.

Pode chorar CR7 você merece!